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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

"Quanto mais depressa cair o governo melhor"

"Quanto mais depressa cair o governo melhor" diz Jerónimo de Sousa (PCP)
Reeleito no fim de semana para mais um mandato à frente do PCP, Jerónimo de Sousa reafirma a determinação do partido em derrubar Passos Coelho, mas não aceita pactos com os socialistas enquanto não romperem com a troika.

http://www.jn.pt/multimedia/video.aspx?content_id=2927026

Homossexuais VS Heterossexuais

Esta notícia vem mesmo a calhar, já que na aula também se debateu sobre os homossexuais.


''devemos conceder aos casais homossexuais os mesmos direitos fiscais que aos casais heterossexuais?" - pergunta Angela Merkel.

Podem ver o resto da noticia aqui.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Estudantes universitários saem as ruas



Várias centenas de alunos do ensino superior partiram do Marquês de Pombal rumo ao Parlamento pouco depois das 15h00, numa marcha de protesto contra os cortes no sector previstos no Orçamento do Estado. No trajecto para a Assembleia da República, gritaram palavras de ordem como "a propina dói" e "este Governo não tem educação". 

Os manifestantes vieram de Lisboa, Porto e de outras instituições do país, como a Universidade do Minho, a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro ou Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha.

Um dos estudantes presentes disse  que o protesto tem por alvo medidas como os "cortes nas bolsas, os atrasos no seu pagamento e os critérios injustos para a sua atribuição".

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Manifestação marcada: «A Merkel Não Manda Aqui»

Manifestação marcada: «A Merkel Não Manda Aqui»

Concentração marcada para 12 de novembro, dia em que a chanceler alemã estará de visita a Portugal.

«Follow the leader»O movimento «Que se Lixe a Troika» convocou uma manifestação para o dia 12, em Lisboa, sob o lema «A Merkel Não Manda Aqui», para repudiar a presença em Portugal da chanceler alemã.

A concentração está marcada para as 16:00, no Largo do Calvário, seguindo o protesto para os jardins de Belém, frente à Presidência da República.

Os autores da iniciativa defendem que a presença de Angela Merkel em Portugal, a 12 de novembro, deve merecer «todo o repúdio» da sociedade, em particular num momento social e economicamente crítico como o que o país atravessa.

«Nas vésperas de uma greve geral internacional contra a austeridade e os governos que a implementam, diremos nas ruas à sua passagem: Que se Lixe a Troika, a Merkel Não Manda Aqui», lê-se num comunicado citado pela Lusa.

Apela-se à mobilização da população em todo o país para que o dia fique marcado por protestos nos locais de trabalho, nas escolas, nas ruas e nos estabelecimentos comerciais, «com braçadeiras negras ou panos negros das casas e carros».

Os autores do protesto sustentam que Angela Merkel representa a Europa da austeridade, nas mãos do poder financeiro, «a Europa dos diretórios, do poder político não sufragado» e cada vez mais sujeita a instâncias internacionais que «promovem a destruição» das economias e sociedades vizinhas.

«Angela Merkel é uma das figuras de proa da ideologia que nos impõe a pobreza, o desemprego, a precariedade e a destruição do estado social, tendo a troika e os governos troikistas como armas», afirmam.

Rejeitando que as decisões sejam tomadas em Portugal por quem o povo não elegeu, o movimento apela aos cidadãos que digam «Fora Daqui» à passagem de Merkel.

A chanceler vai visitar com o primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho, a sede da Autoeuropa, em Palmela, e abrir um fórum económico no Centro Cultural de Belém, disse à agência Lusa fonte oficial.

Além do encontro com o primeiro-ministro, Angela Merkel vai reunir-se com o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva.

 

terça-feira, 30 de outubro de 2012

O Estado Social e as mudanças...

«O secretário-geral do PCP considerou o Orçamento para 2013 "o pior" da democracia e uma "afronta" aos trabalhadores, acusando o Governo de querer "rasgar a Constituição" a pretexto da suposta necessidade de mudar o Estado Social.

Jerónimo de Sousa falava no debate do Orçamento do Estado para 2013 na Assembleia da República.
(...)
Para Jerónimo de Sousa, a proposta de Orçamento "é bem a prova" do "falhanço" da política do Governo e do programa de ajustamento financeiro que PSD, CDS e PS assinaram com os credores internacionais, considerando que a "brutal carga fiscal" que prevê "é uma afronta aos portugueses que vivem do seu trabalho, "ataca" salários, reformas e "pequenos rendimentos" e "trata as camadas intermédias da população como se fossem ricos".

É ainda um orçamento "que se propõe fazer o maior despedimento coletivo da democracia", que prevê "novos e inaceitáveis cortes na saúde, na educação, na cultura" e "novos e escandalosos cortes nas prestações sociais", acrescentou. "Não escapam mais uma vez os desempregados e até os doentes e os idosos", sublinhou o Jerónimo de Sousa.

Mas apesar da "brutalidade que ele contém", prosseguiu, o Governo "vem anunciar que é insuficiente" e que será necessário adotar outras medidas que "ameaçam direitos à saúde, educação, segurança social".

(...)

Para Jerónimo de Sousa, o que o Governo quer na realidade é "rasgar a Constituição", a sua "dimensão social", por ver a Lei Fundamental como "um obstáculo à sua política de terra queimada" e de "destruição" do Estado Social.

"Tudo faremos para que os democratas, os trabalhadores, o povo português defenda os seus direitos através da defesa da Constituição da República", afirmou, dizendo que não é verdade que o Estado "não tenha dinheiro" uma vez que para a banca, "que tem responsabilidades" na crise atual, há seis mil milhões de euros "à disposição.»

Jerónimo de Sousa, secretário geral do PCP

 
In JN